<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	>

<channel>
	<title>Tie Lima &#124; Blog</title>
	<atom:link href="http://tielima.com.br/blog/index.php/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://tielima.com.br/blog</link>
	<description></description>
	<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 14:16:33 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.7</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Me, MySelf and I</title>
		<link>http://tielima.com.br/blog/index.php/2009/07/me-myself-and-i/</link>
		<comments>http://tielima.com.br/blog/index.php/2009/07/me-myself-and-i/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 03:07:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tie Lima</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://tielima.com.br/blog/?p=46</guid>
		<description><![CDATA[
Deixando de lado a complexidade do varejo. Em via de regra funciona assim, eu (loja ou rede de lojas) compro de um fornecedor X e vendo para um cliente Y, entre eles coloco minha margem. Nesse leva e traz, ganha, aquele que negocia e percebe melhor as oportunidades. As grandes redes esgoelam-se pelos melhores preços. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-50" title="header_enjo" src="http://tielima.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/07/header_enjo.jpg" alt="header_enjo" width="470" height="300" /></p>
<p>Deixando de lado a complexidade do varejo. Em via de regra funciona assim, eu (loja ou rede de lojas) compro de um fornecedor X e vendo para um cliente Y, entre eles coloco minha margem. Nesse leva e traz, ganha, aquele que negocia e percebe melhor as oportunidades. As grandes redes esgoelam-se pelos melhores preços. E onde fica o diferencial? Os produtos são os mesmos, as marcas são as mesmas, até a conveniência é a mesma, vence o sempre melhor preço. Claro, não é tão extremo assim. Existem outros fatores. Mas convido vocês a manter essa ideia sobre o varejo, - simples. Dessa maneira fica ainda mais interessante o que vamos debater aqui.</p>
<p>Falaremos de e-commerce então. Escolha uma palavra para definir o diferencial da amazon. Personalização. Escolhi por você. Vamos guardá-la.</p>
<p>A gente tende a entender personalização, quando tratada em ambientes digitais, como algoritmos. Bases espremidas, clusters super fatiados, até chegarmos ao indivído. Ao um. O único. E nesse ninguem chega. É intangível, o que torna inatingível.</p>
<p>Os varejistas do primeiro paragrafo, esses, estão brigando pela massa - pelo volume. Gente grande como a pernambucanas, já jogou a toalha, saiu do on-line. Quem é que vai querer entrar nessa? Esse tem que ser uma casas bahia da vida. Mas tem uma coisa que nenhum deles olha, ou não estão olhando. O um.</p>
<p>É uma pena. Existe um mercado imenso de uns. O <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.enjoei.com.br" target="_blank">Enjoei, e to vendendo</a></span> é bom um exemplo. Um site de compra e venda de peças selecionadas, com uma tendência a produtos de moda. Como aqueles que a gente ainda gosta, mas não usa mais. A moda em sua essência é seletiva, mas não é esse o caso. Veja. Já existiam brechós on-line, já existia a venda em blogs, já existem e-commerce de moda, já existe até o mercado livre. Assim como existe também uma lacuna. Um site que fala, não literalmente, mas possui uma linguagem única, que não depende de ninguém. O site chega no indivíduo. Por que é livre. Não é business to business é people to people.</p>
<p>A atmosfera é de confiança mútua, confiamos que um vai pagar e que o outro vai entregar. A confiança é um dos alicerces do negócio. A confiança é a base de uma boa relação humana.</p>
<p>Como provocador, questiono. Com essa facilidade, com a capacidade quase infinita de fragmentação de um mercado, será que as grandes lojas irão ser repartir em infinitas variações de sí mesmas? Ou será que os consumidores vão desfragmentá-las?</p>
<p>Eu vou, na opção dois. O que é sólido é chato. O que eu não posso retransformar, criar a minha versão. Não me serve. Cada vez mais será assim. Então entenda a personalização como ela realmente deve ser entendida. Como uma necessidade irreversível do seu consumidor.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://tielima.com.br/blog/index.php/2009/07/me-myself-and-i/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>E você onde quer estar daqui a 5 minutos?</title>
		<link>http://tielima.com.br/blog/index.php/2009/07/e-voce-onde-quer-estar-daqui-a-5-minutos/</link>
		<comments>http://tielima.com.br/blog/index.php/2009/07/e-voce-onde-quer-estar-daqui-a-5-minutos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 06:45:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>

		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

		<category><![CDATA[facebook]]></category>

		<category><![CDATA[twitter]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://tielima.com.br/blog/?p=10</guid>
		<description><![CDATA[
Zeros e uns
11.000 aplicativos disponíveis para Twitter. *
1.000.000.000 de downloads na App Store. **
100.000.000 US$ disponíveis para empresas criarem aplicativos de iPhone e iPod. *
1.000.000 de usuários brasileiros no Facebook.**
Esses números são recentes. Coletei a pouco em alguns artigos. Na verdade, não é deles que eu vou falar. Os escolhi por conterem “Zeros e Uns”, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-35" title="wait" src="http://tielima.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/07/wait.jpg" alt="wait" width="470" height="300" /></p>
<p>Zeros e uns</p>
<p>11.000 aplicativos disponíveis para Twitter. *<br />
1.000.000.000 de downloads na App Store. **<br />
100.000.000 US$ disponíveis para empresas criarem aplicativos de iPhone e iPod. *<br />
1.000.000 de usuários brasileiros no Facebook.**</p>
<p>Esses números são recentes. Coletei a pouco em alguns artigos. Na verdade, não é deles que eu vou falar. Os escolhi por conterem “Zeros e Uns”, como ilustração do lógica binária que nos trouxe até aqui.</p>
<p>Sou da geração em que 1 mega era relevante. Embora hoje tenha um HD acima de 1 Tera. Possuo conta no twitter, mas não consigo seguir mais de 100 pessoas .Caso contrário fico confuso.Também sou hard user do Facebook e mantenho atualizado meus contatos profissionais no Linkedin. Resumindo, sou transitório, assim como muitos. Me sinto parte, não assumo isso com voz de dono, mas como quem participa. Ativamente. Apenas sei, entre esses zeros e uns, prefiro ser um. Mas também não quero ser o único.</p>
<p>Observo, então me torno questionador. Não como purista, ou mesmo, como um boêmio meio intelectual, daqueles que não gostam de ver gente nova no bar. Acham que é dele. Muito pelo contrário. Estou vendo como se vestem, sobre o que conversam e o que pedem esses s novos fregueses.</p>
<p>Os novos frequentadores, conversam rápido, não são profundos, embora de alguma forma exista comunicação. Disse a Veja desse mês, que eles estão sozinhos. Quem ali vive, diz o contrário. Que há vida, existe relacionamento. A minha parte transitória, acredita nisso. Mas aqueles que não tiveram contato, possuem um ceticismo compreensível.</p>
<p>No período em que vivemos. Entre os novos, os transitórios e os céticos, deve haver cautela, sim. Mas com uma pitada de ousadia. Não é de se estranhar. O que movimenta a economia real na internet, são as traduções literais dos modelos de negócios já estabelecidos. Varejistas, Bancos, Industria Automobilística, Turísmo. Resumindo - os tradicionais se adaptam e novos surgem – simples assim.</p>
<p>Afinal, a transição é uma via de mão dupla.</p>
<p>Transição de Gerações</p>
<p>Vamos todos para o novo. Dizem os audaciosos. Entenda audácia como coragem para alguns e aventura para outros. Um bar cheio, enche os olhos de qualquer dono. Mas esses novos frequentadores são diferentes. Esses novos clientes não costumam gastar - eles têm dessas - não gostam de pagar. Então, como fica? O bar tem funcionários, fornecedores, custos fixos. Como a conta fecha?</p>
<p>O proprietáro não sabe ao certo. Apenas admira o seu estabelecimento apinhado. Não está parado, já tentou propaganda. Não deu tão certo quanto esperava. Os frequentadores odeiam ser interrompidos. Testaram áreas vips. Onde para entrar deve-se pagar. Prometendo uma entrega diferenciada. De certa forma deu certo. Acesso VIP qualifica. É um valor imutável. Ninguém quer ser igual. Tudo bem, isso paga parte da fatura.</p>
<p>A relevância tornou-se o segredo. Circular entre as conversas. Não interromper. Essa lição quem deu foi o Google. Há tempos atrás. Dessa maneira, os bares começaram a entender quem eram os seus frequentadores, estimular debates para que surgissem grupos cada vez menores. Tão menores que beiraram o infinito. Como uma grande cauda.</p>
<p>Economia Real</p>
<p>Deixando, por um instante as metáforas e indo para os fatos. O facebook possui 225milhões *** de usuários mundo afora. Atualmente a receita do site é de US$ 500 Milhões***. Podemos supor, em uma conta rasa, que cada usuário foi capaz de gerar uma receita de US$ 2,22 ao longo do ano. US$ 0,006 por dia. Quase de graça. Nessas proporções se 20% de toda a humanidade (1,2 bilhões **** do total de 6 bilhões de pessoas) estivesse no facebook. O faturamento da rede social seria US$ 2,64 bilhões. Parece plausível. Até o final desse ano, a rede já espera superar a casa do bilhão. Relembrando que se cada usuário deixa apenas US$ 2,22, podemos considerar que qualquer centavo varia consideravelmente o resultado. E eles estão trabalhando para melhorar esse indicador. Uma vez que a expectativa deles esse ano é superar os 300 milhões de usuários. Ou seja, estão se empenhando e muito para melhorar o seu desempenho em publicidade. As expectativas são ousadas. Eles querem e estão confiantes. Esperam ser a porta de entrada na internet para a maioria das pessoas ao redor do mundo. Aliando isso a uma boa estratégia comercial, sim temos alguém fazendo frente ao Google.</p>
<p>Negócios estabelecidos, como o e-commerce, por exemplo, movimentam muito mais. Só no Brasil foram 8,2 Bilhões ***** de reais movimentados em nossos sites. Enquanto só a amazon, faturou US$ 19,1 bilhhões em 2008. Cito isso para a gente não esquecer as diferença entre o que ocorre na economia real e nas futuras promessas.</p>
<p>Porém, são modelos distintos. Alhos e bugalhos. Estamos falando, do Facebook, uma plataforma de relacionamento. Quanto valeria o maior e mais frequentado bar do mundo? Certamente uma bela quantia.Vale lembrar que em 2007 a Microsoft aportou na companhia 240 milhões de dólares, em troca de 1,6% de participação no site. Façam as contas.</p>
<p>Esses números não são parametros. São ilustrações exageradas. Apenas para destacar as divergencias e oportunidades nesse novo universo.</p>
<p>Sua marca em um novo modelo</p>
<p>A pergunta sobre o valor das redes sociais, em parte esta respondida. Mas a pergunta certa é, o que elas podem fazer para você? Sua marca.</p>
<p>Se pensarmos. O Facebook é mais capaz de gerar negócios para amazon, do que para ele mesmo. É verdade. As redes sociais possuem mais valor para quem as usa do que para elas em si. É certo afirmar, quem nem toda rede dá ou deu certo. Vide o Second Life. Mas em geral o eco-sistema que rodeia essas iniciativas é extremamente fértil.</p>
<p>O valor dessas plataformas, está na capacidade de transformação. Não existem regras estabelecidas, muito menos modelos tradicionais de publicidade. Ou de rentabilidade. O twitter é um só e 11.000 foram as reinvenções do seu próprio DNA. Muitos deles sequer estava no imaginário dos seus fundadores.</p>
<p>Um pouco mais controlado foi a Apple com o iPhone. O que faz o iPhone ser extraordinário, desconsiderando seu layout inovador, são os aplicativos que o rodeiam. São centenas de milhares.</p>
<p>Certamente uma dessas variações pode trazer benefícios para a sua empresa. Ou a mistura de algumas delas. A transformação e a retransformação é constante. O senso de oportunidade que dá o tom correto. Como aplicar isso ao dia-a-dia?</p>
<p>Modelo de gestão orientado a transformações.</p>
<p>Na sua companhia é importante ter gestores transitórios, que consigam captar o novo, traduzindo suas necessidades reais em oportunidades inovadoras. Na sua companhia deve haver um corpo jovem, esse provocador. A única coisa que não pode é ocorrer é distancia e descrença.</p>
<p>Perceba, não digo que a sua empresa tem que estar preparada para internet. Digo que ela deve estar preparada para o constante. O problema é: esse novo está cada vez mais rápido.E no inicio promete mais do que entrega. O novo possui a prerrogativa da inocência. Mas negócios são negócios.</p>
<p>Em momentos transitórios aliados a recessões é difícil temperar metas agressivas com inovação. Mas no mínimo elas devem ser consideradas.</p>
<p>Pondere</p>
<p>O Brasil sofre um reflexo um pouco mais lento sobre os números que tratei aqui. Vale lembrar que quando falávamos dos 300 milhões no facebook, apenas 1 milhão desses usuários são brasileiros. É coerente se preparar para o que está por vir.</p>
<p>A cultura do novo é uma geração sem compromisso, abandonam algo que amavam em questão de segundos. A sua marca deve acompanhar esse fluxo. E muitas vezes antecipar. Nesse caso a audácia é coerente.</p>
<p>Tratamos aqui sobre os ecosistemas das redes sociais, as novas oportunidades, a cultura do grátis e de gestão transitória. Vamos considerar isso no nosso dia-a-dia?</p>
<p>As vezes penso. Quando essa nova geração assumir a liderança das grandes corporações. O bordão de RH para contratação será: E você? Onde vai querer estar nos próximos cinco minutos.</p>
<p>* Wired Junho 2009-07-07</p>
<p>** IDG Now</p>
<p>*** ADNews</p>
<p>**** Wikipedia</p>
<p>***** Ebit</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://tielima.com.br/blog/index.php/2009/07/e-voce-onde-quer-estar-daqui-a-5-minutos/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Vendo meu nome</title>
		<link>http://tielima.com.br/blog/index.php/2009/07/vendo-meu-nome/</link>
		<comments>http://tielima.com.br/blog/index.php/2009/07/vendo-meu-nome/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 06:43:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

		<category><![CDATA[facebook]]></category>

		<category><![CDATA[twitter]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://tielima.com.br/blog/?p=8</guid>
		<description><![CDATA[
A web nada mais é do que um espelho, por hora retorcido, das necessidades humanas mais básicas. Dos sete pecados, quase todos, deixando de fora a gula talvez, podem ser cometidos através de nossos avatares.
Quando digo -  espelho retorcido, afirmo. Se na vida real, o sujeito é recatado, no digital pode ser um personagem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-40" title="persona" src="http://tielima.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/07/persona.jpg" alt="persona" width="470" height="300" /></p>
<p>A web nada mais é do que um espelho, por hora retorcido, das necessidades humanas mais básicas. Dos sete pecados, quase todos, deixando de fora a gula talvez, podem ser cometidos através de nossos avatares.</p>
<p>Quando digo -  espelho retorcido, afirmo. Se na vida real, o sujeito é recatado, no digital pode ser um personagem vaidoso, cheio de sí e com uma certa plateia.</p>
<p>Mas até para alguns caçadores de holofotes a coisa não é tão simples. É necessário formar reputação. Quem você é. Um conjuto de atributos formam esse carater.</p>
<p>Essa sensação de palco, é desejo de muitos. Esse estão dispostos até a pagar por isso. Contas no twitter, orkut, facebook estão a venda. Quem quiser encurtar o caminho para o estrelato digital, basta dar a sua oferta para uma conta cheia de seguidores.</p>
<p>Se você buscar, no mercado livre existem contas a venda. Enquanto o Assetize facilita ainda mais. Funciona como um leilão de identidade.</p>
<p>Aluguel de roupas de luxo. Li sobre isso ontem na ponte aérea. Pessoas alugam bolsas Gucci por R$ 400,00 / semana. Achei estranhíssimo. Hoje o edney publicou o link do Assetize em seu twitter. Se juntar as duas coisas o próximo passo será aluguel dos perfis on-line.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://tielima.com.br/blog/index.php/2009/07/vendo-meu-nome/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>História da Paçoca</title>
		<link>http://tielima.com.br/blog/index.php/2009/07/historia-da-pacoca/</link>
		<comments>http://tielima.com.br/blog/index.php/2009/07/historia-da-pacoca/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 06:42:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>

		<category><![CDATA[historia real]]></category>

		<category><![CDATA[hsm]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://tielima.com.br/blog/?p=6</guid>
		<description><![CDATA[
Não sei se aqui é o espaço ideal para histórias. Muito menos sei se a história é espetacular. Mas o seu cenário, contexto e ensinamentos provocam reflexões. Que apesar das simples conclusões, nos colocam novamente nos eixos.
Nesse fim de semana fui ao Rio. Precisava resolver alguns assuntos pessoais. Assuntos que me fizeram ciruclar na praça [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-37" title="pacoca" src="http://tielima.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/07/pacoca.jpg" alt="pacoca" width="470" height="300" /></p>
<p>Não sei se aqui é o espaço ideal para histórias. Muito menos sei se a história é espetacular. Mas o seu cenário, contexto e ensinamentos provocam reflexões. Que apesar das simples conclusões, nos colocam novamente nos eixos.</p>
<p>Nesse fim de semana fui ao Rio. Precisava resolver alguns assuntos pessoais. Assuntos que me fizeram ciruclar na praça do Largo do Machado. Para quem não é do Rio, ou mesmo, nunca foi frequentador daquelas bandas. Aquele Largo é retrato fiel de qualquer praça central. Barracas de quitutes, comercios legais e ilegais, policiais e pivetes. Enfim, todos os tipos circulam por ali. Existe harmonia naquela atmosfera desordenada. Harmonia com cheiro de milho cozido e fritura de churros.</p>
<p>Ao atravessar a praça para tomar o metrô em companhia de minha namorada, um menino me interrompe oferecendo paçoca.</p>
<p>- Não, cara. Valeu. Respondi com o passo apressado.<br />
O menino continua me acompanhando e insite.<br />
- Esse foi o NÃO mais simpático que ouvi. - Deixa eu te oferecer uma paçoca por minha conta.<br />
- Não precisa. Dessa vez foi um pouco mais rude, demonstrando pressa.<br />
- Agora você vai ter que aceitar, senão retiro o que digo e você terá sido grosso e de nada valeu sua simpatia.<br />
- Ok, aceito. Nesse instante parei e dei atenção ao rapaz.</p>
<p>Reparei. Era um menino simples, mas o seu sorriso era incontestavelmente honesto. Sua roupa era suja e o seu calçado mal cobria seus pés.</p>
<p>Ao aceitar sua paçoca. Resolvi que daria o dinheiro por elas.</p>
<p>- Toma ai 2 Reais. Falei já lançando mão à carteira.<br />
- Não quero. E quer saber, sua namorada é simpatica, tó aqui duas para ela, de graça.<br />
- Cara, você ta me deixando em uma situação complicada. - Aceita esses cinco reais.<br />
- De forma alguma. - Se quiser te dou um abraço e só.<br />
O garoto me lançou um abraço mais rápido que a minha habilidade de esquivar.</p>
<p>- Seguinte, tu que me ajudar mermo? - Se quiser, na moral, eu aceito que você compre uma caixa de polenguinho pra mim vendê. Da pra tirar mais com polenguinho, do que com essas paçocas. - Ta vendo essa loja aqui na frente? Compra uma caixa e me traz, assim tu vai me ajudar com meu novo empreendimento, os polenguinhu.<br />
- Quanto é a caixa?<br />
- É 20 real.<br />
- Então toma aqui vinte prata velho. Você merece.</p>
<p>Moral da historia. Comprei 3 paçocas por R$ 20,00. No Rio você pode comprar 10 por 1 Real, ou seja cada paçoca custa R$ 0,10. Qual foi a margem dele?</p>
<p>Deixem as contas de lado. O que importa é - não comprei paçocas, fui Venture Capital de um rapaz audácioso. Quantos a gente vê assim por ai?</p>
<p>Se havia intenção em me dobrar. Mesmo assim não importa. Ele encontrou a sua maneira de fazer negócios. E fez.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://tielima.com.br/blog/index.php/2009/07/historia-da-pacoca/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Memória Digital</title>
		<link>http://tielima.com.br/blog/index.php/2009/07/memoria-digital/</link>
		<comments>http://tielima.com.br/blog/index.php/2009/07/memoria-digital/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 06:40:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

		<category><![CDATA[camiseteria]]></category>

		<category><![CDATA[memoria]]></category>

		<category><![CDATA[twitter]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://tielima.com.br/blog/?p=4</guid>
		<description><![CDATA[
Nossa memória. Assunto fascinante. Já teorizei utilizando minhas experiências como base. Pesquisei sobre o assunto - mesmo que - sob um olhar curioso, sem nenhuma pretensão científica.
Não encaro a memória como algo mecânico. Muito pelo contrário. Deixando de lado fatos concretos, vinculo nossas lembranças mais ao coração do que a cabeça. Apesar dessa poesia ter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-43" title="homer" src="http://tielima.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/07/homer.jpg" alt="homer" width="470" height="300" /></p>
<p>Nossa memória. Assunto fascinante. Já teorizei utilizando minhas experiências como base. Pesquisei sobre o assunto - mesmo que - sob um olhar curioso, sem nenhuma pretensão científica.</p>
<p>Não encaro a memória como algo mecânico. Muito pelo contrário. Deixando de lado fatos concretos, vinculo nossas lembranças mais ao coração do que a cabeça. Apesar dessa poesia ter um alicérce correto. É evidente, lembranças vinculadas a fortes emoções são mais fortes. ou seja, recordamos com facilidade momentos de extrema alegria ou tristeza. Perceba, somos capazes de recordar (como se fosse ontem) aquela cantada mal sucedida ou o primeiro beijo.</p>
<p>Artifícios emocionais sempre foram utilizadados pela publicidade. Funciona assim - causou emoção, fixou.</p>
<p>Sentimentos são o superbonder da comunicação. O apelo racional tem a sua importância. Claro. Mas o que gruda na cabeça é a musiquinha. Ela de certa forma emociona.</p>
<p>Vou pular tudo sobre curva de aprendizado. O que me fez refletir sobre esse assunto foi a matéria de capa da última super interessante, intitulada de “Memória por que esquecemos cada vez mais”. Após degustar e digerir toda a informação fiz um exercício. Transportei tudo que absorvi para o universo digital.</p>
<p>Antes de fazer a ponte entre a memória o universo digital, vou transcrever um trecho da matéria, para evidenciar o caminho do meu raciocínio.</p>
<p>“Esquecer faz parte de uma memória saudável”, afirma o neuro-cientista Ivan Izquierdo, diretor do centro de memória da PUC-RS e autor do livro A Arte de Esquecer. Até 99% das informações que vão para a memória somem alguns segundos depois. Isso é um mecanismo de de limpeza que ajuda a otimizar o trabalho do cérebro. Se tudo ficasse na cabeça para sempre, ele viraria um depósito de entulho. Isso nos tornaria incapazes de focar em qualquer coisa e atrapalharia bastante o dia-a-dia. Afinal, para que saber  onde você estacionou o carro na semana passada? O importante é se lembrar de onde o deixou hoje de manhã. O esquecimento também e um trunfo da evolução.”</p>
<p>Agora, cá estamos nós, em frente aos nossos computadores e celulares. Em universo infinito (e em expansão) sendo bombardeados por novas informações. Como tornar a memorização relevante nesse meio? Como nossas marcas podem ganhar relevância nesse ambiente?</p>
<p>Veja, sou heavy-user. Meu Google Reader esta com mais de mil posts pendentes não lidos, participo de alguns fórums, atualizo meus dois blogues e meu twitter com certa frequência, sou cadastrado em muitas redes sociais.Não sou parâmetro. Talvez seja. Existem adolescentes que tem duas duas contas de MSN para suportar a quantidade excessiva de amigos. Como falar com eles? Como eu e eles vamos lembrar de você (marca)?</p>
<p>Não é para se assustar, não é para tentar mudar o rumo das coisas. É tempo de contextualizar. Note, só da certo na internet o que segue as regras (que os próprios usuários criam e mudam) do meio. Existe uma pitada do que conhecemos até então sobre memorização e fixação. Aposto que existem muitos fiascos (que nem tomamos conhecimento) pela má utilização da comunicação.</p>
<p>Então como fazer? Recorrer a regras? De forma alguma. A primeira regra é não siga nenhuma regra. Pois nenhuma regra é genérica suficiente para abranger todas as variáveis.</p>
<p>Então o que fazer? Como não sou pedante, não faço regras, conselhos talvez. Minha sugestão é seja contextual. Ao tentar falar com seus consumidores em redes sociais, por exemplo, não queira que a sua informação sobressaia ás demais. Seja relevante.</p>
<p>Veja a imagem que ilustra esse post. Eu duvido que que a @anturia se esqueça do @camiseteria. Isso é um exemplo de mensagem pertinente ao meio. A conversa segue a abordagem correta. Não intrusiva. Nesse caso a marca conversa literalmente com o consumidor.</p>
<p>Não tem jeito, não há outra saida. Se não houver relevância esquece. A marca não será lembrada.</p>
<p>Okay, (considero que) passamos pela relevância. Agora, onde entra a emoção. Será que não cabe emoção na internet? Seja talvez pela forma que consumimos informação, nesse meio? Será por que somos mais ativos do que receptivos quando estamos em frente ao computador ?</p>
<p>Sim. É possível gerar emoção. Mas é necessária a co-autoria dos outros participantes. Dos seus amigos. Uma réplica de um comercial de TV publicado em um site tem ZERO de aderência. Niguém lembra do último comercial de carro que viu no youtube. Mas todo mundo já sabe quem é Susan Boyle sucesso instantâneo, seu vídeo recebeu mais de duas milhões de visualizações em apenas dois dias. Claro, a regra de que confiamos mais em nossos amigos do que nas marcas, também vale para o conteúdo.</p>
<p>Isso não significa que temos que olhar apenas para as redes sociais. A publicidade Display ainda faz sentido (e muito). Já mataram o Banner milhares de vezes em milhares de posts. Tem frases de efeito como - Banner não constrói marca. Sim verdade, banner não constrói marca, nem tanto outdoor. Quem constrói marca é estratégia aliada a uma boa criação. Se você não é varejista e não compra abrangência. Compre amplitude e compre contexto. Quando criar decida. Quer ser lembrado ou quer ser clicado. Parece bobagem. Mas muitas vezes só o clique é levado em conta e não a qualidade do mesmo. Mídia adora comprar espaço na home dos portais. O meu voto é compre mais canais internos.</p>
<p>Agora para fechar a minha provocação pergunto. Link patrocinado pode ser usado como recurso de Branding? Ou seja, para memorização de marca. Eu arrisco dizer. Dentro do contexto Google, não. Após o clique sim. No google capte o clique. Na página de pouso (landing page) construa a marca.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://tielima.com.br/blog/index.php/2009/07/memoria-digital/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Elabore suas questões</title>
		<link>http://tielima.com.br/blog/index.php/2008/10/elabore-suas-questoes/</link>
		<comments>http://tielima.com.br/blog/index.php/2008/10/elabore-suas-questoes/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 06:46:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Métricas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://tielima.com.br/blog/?p=12</guid>
		<description><![CDATA[
Dois dos meus posts mais recentes tratam sobre o Analytics e suas novas funções, que sem a menor dúvida, vieram para ajudar o administrador do site a ter uma visão mais consistente sobre desempenho e conversão. Uma questão que me acompanha é como encontrar a melhor maneira de avaliar o bom resultado de um site [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-31" title="quetion" src="http://tielima.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/07/quetion.jpg" alt="quetion" width="470" height="300" /></p>
<p>Dois dos meus posts mais recentes tratam sobre o Analytics e suas novas funções, que sem a menor dúvida, vieram para ajudar o administrador do site a ter uma visão mais consistente sobre desempenho e conversão. Uma questão que me acompanha é como encontrar a melhor maneira de avaliar o bom resultado de um site de e-commerce, por exemplo.</p>
<p>As variáveis envolvidas são muitas, sem dúvida, existem diversas maneiras de enxergar a performance de uma loja on-line. Vamos começar, usando como exemplo, o carrinho de compras, etapa crucial para o negócio, durante o processo, algumas métricas podem ser avaliadas, são elas, taxa de abandono (percentual de clientes que adicionaram um produto no carrinho, versus, desistência no decorrer do percurso), tempo médio por página ( informação que sugere a complexidade de entendimento do conteúdo), páginas de saída ( saber por onde os clientes deixaram o site é essencial na análise da taxa de abandono) esses são alguns dados que pode ser levados em consideração, na avaliação do processo de compras Ainda com exemplos, vamos voltar alguns passos, e refletir sobre a tela de item, nesse instante, o cliente esta decidindo se adiciona ou não o produto em questão no carrinho de compras, sendo assim, o dado que deve ser analisado nessa etapa é a taxa de inclusão ( quantidade de consumidores que viram o produto versus a quantidade de itens adicionados). Para fechar o raciocinio vou dar mais um passo para trás, e perguntar, como o cliente chegou até aqui, através de uma Busca interna? Banner? Vitrine especial? Hotsite?, e para piorar, retorno um pouco mais, como o cliente chegou no seu site, foi através da busca orgânica? Campanha de CPC? Campanha em portal? Comparador de Preço?</p>
<p>Pegue o paragrafo anterior inteiro, misture no liquidificador e tente responder: Qual a taxa de abandono, que tem como origem, clientes que vieram através da campanha de comparador de preço? Ela é melhor do que quando o seu consumidor chega até você pela busca orgânica?</p>
<p>Sem muita dificuldade, montando querys no seu WebTrends, usando os novos recursos do Analytics, você consegue responder, o meu ponto é o que você vai fazer com isso? Ser mais preciso no cálculo do ROI, pode ser, mas essa ainda não é a questão.</p>
<p>Sim, eu compliquei, com o intuito de simplificar, o importante é: Olhe sempre para produto e para a sua conversão, fique atento as condições promocionais, como preço de frete, muitas vezes, parte do abandono do carrinho de compras é devido ao alto preço cobrado na taxa de entrega.</p>
<p>Ententa o seu consumidor, saiba como ele reage às suas ações de venda, veja a conversão de cima para baixo, aprofunde e questione, nunca um único ponto.</p>
<p>Posso concluir afirmando, analise frequentemente a interface, faça testes de usabilidade, escolha métricas simples, mas questione sempre. Essa conclusão poderia ser a primeira frase, esse post seria muito mais simples, embora na verdade seja apenas uma provocação sobre a tentação das análises prolixas.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://tielima.com.br/blog/index.php/2008/10/elabore-suas-questoes/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Informação Inutil</title>
		<link>http://tielima.com.br/blog/index.php/2008/02/informacao-inutil/</link>
		<comments>http://tielima.com.br/blog/index.php/2008/02/informacao-inutil/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 Feb 2008 06:50:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>

		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

		<category><![CDATA[big brother]]></category>

		<category><![CDATA[colaboração]]></category>

		<category><![CDATA[digg]]></category>

		<category><![CDATA[overmundo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://tielima.com.br/blog/?p=14</guid>
		<description><![CDATA[
Quem ganhou o último Big Brother? Aposto que você sabe! Poisé, todo mundo sabe. Muitas das coisas que sabemos na verdade não escolhemos saber, por exemplo, sei que o Alemão ganhou a última edição e na atual tem um Marcelo que nem todo simpatiza. Embora não assista ao programa, essas informações chegaram até mim mesmo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-28" title="inutil" src="http://tielima.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/07/inutil.jpg" alt="inutil" width="470" height="300" /></p>
<p>Quem ganhou o último Big Brother? Aposto que você sabe! Poisé, todo mundo sabe. Muitas das coisas que sabemos na verdade não escolhemos saber, por exemplo, sei que o Alemão ganhou a última edição e na atual tem um Marcelo que nem todo simpatiza. Embora não assista ao programa, essas informações chegaram até mim mesmo sem meu consentimento e, com isso percebo - nem tudo que sabemos é fruto das nossas escolhas.</p>
<p>Quantas vezes será que somos impactados e digerimos informação mesmo sem querer saber?</p>
<p>Na internet as coisas não são muito diferentes. Fico pensando o quanto estamos expostos a dados que não nos é pertinente. Quando fazemos uma busca, por exemplo, quanto dos resultados não estão em destaque apenas, por terem seus códigos construído com uma boa otimização?</p>
<p>Um dos algoritmos do Google tenta traduzir esse poder de moderação da seguinte forma: - Se após pesquisar algo clicar em um link e ficar no site, ou seja, não voltar e tentar outra página da mesma pesquisa, fica entendido que a página apontada foi pertinente, caso contrário, se após o clique o usuário tentar novamente, o Google percebe que o site anterior não oferecia um conteúdo satisfatório. A partir disso e de outros fatores o Google nos apresenta os resultados de sua pesquisa.</p>
<p>Parece tudo ótimo mas existe uma frente que questiona essa bondade toda. O Google assim como a Coca-Cola não disponibiliza para o público o segredo da sua formula. Então sempre existirão os que disseminam que a Coca pode causar câncer e, os que o Google pode manipular seus resultados.</p>
<p>Dúvidas são frutos da falta de transparência. Por isso o Wikia Search tem como proposta disponibilizar o funcionamento de todos os seus algoritmos, confiando na comunidade para construir seus resultados.</p>
<p>Mas Ora! não é difícil juntar algumas pessoas e manipular isso também. Afinal qual o percentual de pessoas que participam ativamente da internet? 3%, 5%? Não sei. Dizem as más línguas que a Wikipédia Brasileira é extremamente manipulada e que Portugal deseja até segregar seu conteúdo. Não tenho muitas informações sobre isso, não sei se efetivamente é verdade, apenas penso que é possível.</p>
<p>Votação é o alicerce da democracia e o Digg é um site pioneiro nesse sentido. A proposta do site é: - quem aparece primeiro é quem conseguir angariar mais votos. Maravilha uma solução, pensei! Engano meu, engano do Digg. Logo ficou claro que os usuários chamados Heavy Users se uniam para formar uma espécie de Clã, que combinando seus votos mantinham seus conteúdos em destaque.</p>
<p>Não ficou assim, o Digg tentou novamente. Agora quem aparece na frente é quem além de mais votos, possuir maior quantidade de fontes distintas.</p>
<p>Qual será o próximo passo? Ainda não está claro. Mas uma iniciativa que admiro é a do Overmundo (site nacional de conteúdo cultural).</p>
<p>Como funciona o Overmundo?</p>
<p>Primeiro: Você publica o seu conteúdo, que por 48 horas fica em uma fila de edição, enquanto estiver nessa fase, outros membros poderão sugerir edições em sua obra.</p>
<p>Segundo: Sua matéria passa então para um fila de votação e fica lá por mais 48 horas, caso nesse período consiga receber votos suficientes, passa a fazer parte do conteúdo definitivo do site.</p>
<p>Ou seja, você publica, recebe votos e vota, definindo assim a qualidade do seu conteúdo e o da comunidade. A medida que participa a sua capacidade de julgamento é definida, ganhando votos e votando nos vencedores o peso do seu voto aumenta, podendo chegar até 10.</p>
<p>Seria possível burlar isso? Acho que sim, se você tiver paciência pode fazer 50 cadastros e votar em seu próprio conteúdo.</p>
<p>OpenID como Título de Eleitor.</p>
<p>Não existe Título de Eleitor na internet, no futuro, quem sabe, o OpenID poderia funcionar como tal? De repente sim. OpenID tem como proposta democratizar a internet, tratando cada usuário como dono de sua própria identidade, eu seria eu, não seria eu@yahoo ou eu @gmail. Acredito que se os sites agregadores utilizarem o OpenID na votação de conteúdo, ajudaria a melhorar a qualidade do mesmo.</p>
<p>Sem alarde.</p>
<p>Não quero propagar medo, não sou contra o Google, não sou a favor da Wikia, sou Withe Label. Embora saiba que precisamos manter a anteção, afinal, querendo ou não, a internet já esta politizada. A única coisa que desejo é saber menos de Big Brother e mais dos assuntos a mim pertinentes.</p>
<p>P.S&gt; Criei o título &#8220;Big Brother, Digg e Overmundo&#8221; para tentar ganhar peso no Google - Me perdooem.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://tielima.com.br/blog/index.php/2008/02/informacao-inutil/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>WikiLife</title>
		<link>http://tielima.com.br/blog/index.php/2008/01/wikilife/</link>
		<comments>http://tielima.com.br/blog/index.php/2008/01/wikilife/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 26 Jan 2008 06:52:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>

		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

		<category><![CDATA[wikipedia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://tielima.com.br/blog/?p=16</guid>
		<description><![CDATA[
Se conselho fosse bom, não se dava, vendia. Esse ditado é referência aos conselhos quando feitos inoportunamente, embora, no contexto atual - onde não existem mais escolhas simples -, conselhos são muito valiosos, e muitas vezes grátis.
Web 2.0 é o início.
A web 2.0 normaliza aspectos do front-end e clientside, fomenta taxonomia e folksonomia. Entretanto, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-25" title="wikilife" src="http://tielima.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/07/wikilife.jpg" alt="wikilife" width="470" height="300" /></p>
<p>Se conselho fosse bom, não se dava, vendia. Esse ditado é referência aos conselhos quando feitos inoportunamente, embora, no contexto atual - onde não existem mais escolhas simples -, conselhos são muito valiosos, e muitas vezes grátis.</p>
<p><strong>Web 2.0 é o início.</strong></p>
<p>A web 2.0 normaliza aspectos do front-end e clientside, fomenta taxonomia e folksonomia. Entretanto, o maior ganho, em minha opinião, é a capacidade de sintetizar escolhas mantendo a cauda longa ao alcance dos dedos.</p>
<p>O nosso poder de mediação é aplicado diariamente no ambiente digital; ao usar o digg para classificar uma notícia, adicionar um site no del.icio.us, escrever uma resenha na amazon, comentar algo em um blog, postar algo no twitter, e por aí vai.</p>
<p>Cada uma dessas ferramentas ajuda a reduzir nosso campo de escolha, evidenciando apenas o que nos é pertinente. Isso só é possível devido à classificação constante de pessoas como nós e da nossa capacidade de dizer: - esse “cara” aí pensa como eu.</p>
<p><strong>2.0 é bom, 3.0 é demais.</strong></p>
<p>Web 3.0, mp5 e quiçá mp7, são buracos negros para mim, não sei se existem ou são apenas como aquela história – adicione um número para tudo parecer melhor. Enfim, conjecturas afirmam que a web 3.0 será a capacidade de encontrar com precisão tudo o que queremos, por exemplo: Pizzarias que entregam na Barra Funda, que estão abertas após à meia-noite. Mas, espera um pouco, antes de tudo, o que eu quero comer?</p>
<p>Essa ordem da evolução está correta: primeiro eu preciso saber o que quero, depois onde está o que eu quero. E, ao que tudo indica, essa evolução se dará no decorrer dos próximos 5 a 10 anos.</p>
<p>Quem já leu o livro “paradox of choice”, ou assistiu a alguma palestra de Barry Schwartz, o autor, sabe a importância da opinião das pessoas no nosso processo de decisão. Somos influenciados constantemente por terceiros nas nossas escolhas, geralmente investimos dinheiro onde um conhecido já obteve ganhos, compramos um carro que alguém já nos disse estar satisfeito e, assim segue.</p>
<p><strong>As dificuldades.</strong></p>
<p>Três barreiras devem ser superadas para que uma marca possa usufruir positivamente da presença em um ambiente social, ou misturar UGC (Conteúdo Gerado pelo Usuário) ao seu conteúdo.</p>
<p>A primeira dificuldade é contextualizar. Um bom vendedor é aquele capaz de transmitir confiança sem parecer tendencioso – tudo deve soar como um bom conselho. É ineficaz colocar a sua marca unicamente em locais com maior audiência. A falta de aderência pode resultar em rejeição.</p>
<p>O segundo obstáculo é o embaraço operacional: uma empresa com um baixo padrão na sua qualidade em atendimento, por exemplo, certamente transformará áreas participativas em ouvidorias. A solução para esse problema é simples – melhoria de processos.</p>
<p>O terceiro senão é a falta de controle na qualidade do material produzido. Imaginem o seguinte cenário: a Pepsi patrocina um canal no youtube e, um dos vídeos enviados é alguém explodindo uma pet da marca com uma bala mentos. É possível que aconteçam desvios nos propósitos das marcas. Nesse caso, devemos contar com os próprios membros da comunidade para denunciar conteúdo fora de contexto.</p>
<p><strong>Os acertos</strong></p>
<p>Já disse aqui anteriormente e insisto, a amazon é um exemplo vivo de sucesso. Em sua proposta de ser a maior loja on-line do mundo, são assertivos em provocar a influência mútua entre seus clientes. Tudo é fundamentado no desejo individual e coletivo, além da combinação dos dois.</p>
<p><strong>Outro caminho.</strong></p>
<p>O Wikia Search promete mais transparência na construção de seus algoritimos, hoje em alpha o projeto da wikia (empresa responsável pelo wikipédia) acredita que os resultados em suas buscas ganharão relevância de acordo com a participação dos usuários.</p>
<p>Segundo Jimmy Wales (coordenador do projeto) a adoção das técnicas de SEO influenciam no resultados além dos algorítimos usados pelo google não serem transparentes.</p>
<p>Quem determina a ordem dos resultados no Wikia Search são os próprios usuários. Com isso técnicas de SEO seriam ignoradas e os resultados seriam mais justos.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://tielima.com.br/blog/index.php/2008/01/wikilife/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Quero aparecer, onde eu pago?</title>
		<link>http://tielima.com.br/blog/index.php/2008/01/quero-aparecer-onde-eu-pago/</link>
		<comments>http://tielima.com.br/blog/index.php/2008/01/quero-aparecer-onde-eu-pago/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Jan 2008 06:53:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>

		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://tielima.com.br/blog/?p=18</guid>
		<description><![CDATA[
Serviços de valor agregado comuns em sites como o Linkedin e o Flickr são a base do modelo de sustentação financeira, ou seja, caso os usuários optem por serviços diferenciados, devem pagar por isso. O Flickr permite que todos os seus usuários façam uploads de até 200 fotos por mês, enquanto no plano PRO, pago, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-22" title="domino" src="http://tielima.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/01/domino.jpg" alt="domino" width="470" height="300" /></p>
<p>Serviços de valor agregado comuns em sites como o Linkedin e o Flickr são a base do modelo de sustentação financeira, ou seja, caso os usuários optem por serviços diferenciados, devem pagar por isso. O Flickr permite que todos os seus usuários façam uploads de até 200 fotos por mês, enquanto no plano PRO, pago, esse limite deixa de existir. O Linkedin mantém uma proposta semelhante, nesse caso, o usuário Premium, também pagante, passa a ter acesso a serviços exclusivos.</p>
<blockquote><p>Comunidades como o Orkut, Facebook ou Myspace têm a publicidade como drive principal na geração de caixa, embora as dificuldades já sejam conhecidas, - associação da publicidade institucional com as mídias geradas por usuários (UGM). O Facebook, por exemplo, já estimava para 2007 um faturamento de U$150 Mi, com lucro previsto de U$ 30 Mi.</p></blockquote>
<p>A Badoo, comunidade com mais de 12 milhões de usuários, popular na America Latina, Espanha e Itália, renova o modelo de serviços com o “raise up”; - Funcionalidade que possibilita os usuários aumentar a sua própria audiência, quando adquirido, possibilita aos membros da comunidade passarem para o topo da lista de resultados de pesquisa – essa é a aposta da Badoo -. A estimativa é que esse serviço estimule o crescimento da base de usuários de 12 milhões para 150 milhões e, por conseqüência, seu faturamento.</p>
<p>Se pensarmos um pouco, faz sentido vender visibilidade em redes sociais. O varejo tradicional explora esse modelo há bastante tempo, ao vender os melhores espaços em suas gôndolas. Em sites como o Buscapé, isso também não é novidade, uma das suas fontes de receita é cobrar dos varejistas a melhor posição em seu resultado de busca.</p>
<p>Em todo caso, a Badoo é pioneira ao vender suas “gôndolas” para quem quer aparecer.</p>
<p><strong>Modelo de receita baseada no ego.</strong></p>
<p>Palco e platéia não faltam, comunidades são um prato cheio para os interessados em mostrar a cara. Antes de continuar, vou ser parcial: querer aparecer não é ruim, vejo com bons olhos a propagação de ideais sociais, ampliação de networking profissional. Nem tudo é só “look at me”.</p>
<p>Aparecer, ser aceito, fazer parte de grupos, ter amigos e ser reconhecido não é novidade. Necessidades “do ego” são, em parte, associadas à auto-estima (sucesso, confiança, preparo etc.); por outra parte, ligadas à reputação (respeito, prestígio, etc.). Essas obrigações sociais não nasceram na internet, embora funcionem bem juntas.</p>
<p>Ninguém quer ser mais um. Todos nós gostamos quando somos reconhecidos. Quem está disposto a pagar por isso?</p>
<p><strong>Virar celebridade e estar perto delas.</strong></p>
<p>Enquanto alguns pagam para se tornarem famosos, os que já conseguiram se tornar celebridades usufruem da sua fé publica. Ditam tendências de consumo e comportamento.</p>
<p>O poder de persuasão das celebridades orienta nosso estilo de vida. A Badoo, assim como o Myspace, pretende usar os perfis autênticos das celebridades para prosperar em países aonde eles não são fortes (como Estados Unidos, com apenas 200.000 usuários, e Inglaterra com 140.000).</p>
<p><strong>Segredo do sucesso.</strong></p>
<p>Uma comunidade precisa gente, muita gente. Para os que querem se relacionar e para os que querem aparecer. Se formos pragmáticos cobrar daqueles que fazem questão de ver seu rosto aparecer, parece fazer sentido.</p>
<p><strong>Perigos dos enlatados</strong></p>
<p>Assim como o jabá para as rádios, serviços dessa natureza podem violar nosso desejo pelo conteúdo autêntico. Nossa capacidade de julgar ainda será essencial para separar o bom do ruim, o falso do verdadeiro.</p>
<p>Publicado na <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2008/01/23/faz-sentido-vender-visibilidade-em-redes-sociais/" target="_blank">WebInsider</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://tielima.com.br/blog/index.php/2008/01/quero-aparecer-onde-eu-pago/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
	</channel>
</rss>

